Rio de Janeiro

VIDEO-DOCUMENTÁRIO DA DANÇA NA MOCHILA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO -RJ NO BRASIL

Para a montagem dos video-documentários, foi elaborada uma categorização que se baseou em rotas ou itinerários que se conectam. No Rio de Janeiro foram elaboradas cinco rotas distintas. A primeira é na rua General Glicério em Laranjeiras. A segunda rota: Calçadão de Copacabana e Leme; A terceira rota foi na Cinelândia. A terceira rota aconteceu entre a Lapa nas imediações do Aqueduto e a Candelária. A quinta rota é na Praça Tiradentes no centro da cidade carioca.

Os video-documentários, não têm uma trilha sonora fixa. Para a Exposição de 28/01/2023, montei uma trilha única com, majoritariamente, instrumentos de cordas. Assim entre fados, guitarras portuguesas, chorinhos, baterias de samba, cantilenas e poesias proponho uma hora e cinquenta e três minutos de uma única trilha única para todas as narrativas. Para ter a experiências que propus na Exposição assista a videodança e clique no audio abaixo do vídeo simultâneamente. Experimente assistir os video-documentários em dança em outras passagens da trilha e comente sobre a experiência.

Narrativas Dançantes nas Calçadas Portuguesas na Cidade do Rio de Janeiro. Rota 1: Laranjeiras

Localizado na zona sul da cidade, Laranjeiras é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro, com origem no século XVII. Além da família real, Laranjeiras abrigou muitos outros ilustres moradores entre os séculos XIX e XX, como o engenheiro Pereira Passos, a Princesa Isabel, o poeta Olavo Bilac, Villa-Lobos, o compositor Vinicius de Moraes, os escritores Machado de Assis e Cecília Meirelles. Tem uma atmosfera familiar, é muitíssimo agradável para viver e para passear. Neste sítio, encontra-se uma das calçadas portuguesas mais singelas da cidade com seu mosaico floreado que se mistura à paisagem urbana, caseira e artística do bairro. Nossa inserção aconteceu na calçada portuguesa da rua General Glicério.

Ficha Técnica

Concepção e Direção Geral: Isabel Coimbra

Performer: Isabel Coimbra

Filmagem: Mariana Trotta, Ricardo Gomes, Glaucia Freire

Apoio Logístico: Jackson Estevam, Jhonata Tertuliano, Luiz Felipe Campos

Edição: Isabel Coimbra

Duração: 13:18

Narrativas Dançantes nas Calçadas Portuguesas na Cidade do Rio de Janeiro. Rota 2: Praia de Copacabana e Leme

Os video-documentários, não têm uma trilha sonora fixa. Para a mostra montei uma trilha única com, majoritariamente, instrumentos de cordas. Assim entre fados, guitarras portuguesas, chorinhos, baterias de samba, cantilenas e poesias proponho uma hora e cinquenta e três minutos de uma única trilha única para todas as narrativas. Para ter a experiências que propus na Exposição assista a videodança e clique no audio abaixo do video simultaneamente. Experimente assistir o video em outras passagens da trilha. E comente sobre a experiência.

Para a montagem dos video-documentários, foi elaborada uma categorização que se baseou em rotas ou itinerários que se conectam. No Rio de Janeiro foram elaboradas cinco rotas distintas. A segunda rota acontece no calçadão de Copacabana e no Leme.

O calçadão de Copacabana é cartão postal do Rio de Janeiro e está localizado em um dos bairros mais famosos da cidade ao longo da avenida Atlântica. Feito com pedras portuguesas pretas e brancas, possui 4,15 km de extensão. O formato das pedras utilizadas representa as ondas do mar, conectando perfeitamente com o entorno da praia, da orla e da paisagem. É considerada uma herança portuguesa e a inspiração do seu traço é a Praça do Rossio, em Lisboa.  As pedras da calçada foram escolhidas e trazidas ao Brasil pelo prefeito Paulo de Fronti no início do século XX para homenagear os colonizadores. Os profissionais responsáveis pela obra também vieram de terras lusitanas. Até hoje, grupos calceteiros são utilizados para manutenção das calçadas. Na época, tantas pedras foram trazidas de Portugal que houveram sobras. Assim, foi feita também calçada da Avenida Rio Branco, no centro da cidade. Logo esse empedramento se popularizou, se tornou uma tradição na cidade, surgindo assim novos desenhos.

Na sequência: Leme. O Leme é um bairro vizinho à Copacabana e também e está ao final da Avenida Atlântica com o entorno da praia. Durante o período colonial, a região onde hoje fica o bairro do Leme era extremamente isolada do trecho da cidade onde as pessoas viviam e áreas comerciais, públicas, sociais e culturais se encontravam. Já no Império, embora ainda fosse bastante afastando dos grandes centros urbanos cariocas, essa região era reduto de famílias mais abastadas que faziam piqueniques e passeios para apreciar as belezas naturais deste sítio. O bairro deve seu nome a Pedro Leme, descendente de flamengos madeirenses que migraram ao Brasil no século XVI.

Ficha Técnica

Concepção e Direção Geral: Isabel Coimbra

Performer e autofilmagem: Isabel Coimbra

Filmagem: Ivy Coimbra, Iasmin Coimbra, Ricardo Gomes e Glaucia Freire

Filmagem com Drone: Diogo Barbosa e Paulo Paiva

Apoio logístico: Sérgio Alves e Eustáquio Diniz

Participação Especial: , Jackson Estevam, Jhonata Tertuliano, Luiz Felipe Campos

Edição: Isabel Coimbra

Duração: 22:23 minutos

Narrativas Dançantes nas Calçadas Portuguesas na Cidade do Rio de Janeiro. Rota 3: Cinelândia

Para a montagem dos video-documentários, foi elaborada uma categorização que se baseou em rotas ou itinerários que se conectam. No Rio de Janeiro foram elaboradas cinco rotas distintas. A terceira a rota, aconteceu na Cinelândia.

O nome original é Praça Marechal Floriano Peixoto, inclusive há no espaço uma estátua, erguida em 1910, em homenagem ao segundo Presidente da República. No entanto, Cinelândia é nome que todos conhecem e denominam este sítio rodeado de prédios públicos como o da Biblioteca Nacional, da Câmara Municipal (Palácio Pedro Ernesto), do Palácio Monroe e do Theatro Municipal. O nome Cinelândia veio porque a partir dos anos 1920 a região passou a ter as melhores salas de cinema da cidade, como Cine Odeon, Cineac Trianon, Cinema Parisiense, o Império, o Pathé, o Capitólio, o Rex, o Rivoli, o Vitória, o Palácio, o Metro Passeio, o Plaza e o Colonial. Hoje em dia, apenas o Odeon existe na ativa mantendo acesa a chama do charme de outrora. Além disso, a Cinelândia segue como palco de muitos encontros políticos e artivistas.

Ficha Técnica Concepção e Direção Geral: Isabel Coimbra

Performer e autofilmagem: Isabel Coimbra

Filmagem: Ricardo Gomes e Glaucia Freire

Apoio Logístico: Ricardo Gomes.

Participação Especial:

Edição: Isabel Coimbra, Jackson Estevam, Jhonata Tertuliano, Luiz Felipe Campos

Duração: 10:10 minutos

Narrativas Dançantes nas Calçadas Portuguesas na Cidade do Rio de Janeiro. Rota 4: Lapa, Centro e Candelária

Para a montagem dos video-documentários, foi elaborada uma categorização que se baseou em rotas ou itinerários que se conectam. No Rio de Janeiro foram elaboradas cinco rotas distintas. A quarta rota, aconteceu na Lapa próximo ao aqueduto.

Na sequência algumas inserções no centro da cidade e por último está o registro da inserção realizada na Candelária, local onde aconteceu o episódio conhecido como a chacina da Candelária. Na noite de 23 de julho de 1993 próximo à Igreja da Candelária localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro oito jovens foram friamente assassinados. Na calçada portuguesa em frente à igreja foram pintados em vermelho 8 figuras representando os 8 corpos como um monumento e memória para que nunca seja esquecido e nunca volte acontecer o triste ocorrido. Nesta calçada, a cartografia dançante endossa o memorial e soma voz à indignação nacional.

Ficha Técnica

Concepção e Direção Geral: Isabel Coimbra

Performer e autofilmagem: Isabel Coimbra

Filmagem, Ricardo Gomes e Glaucia Freire

Apoio Logístico: Glaucia Freire e Ricardo Gomes.

Participação Especial: Jackson Estevam, Jhonata Tertuliano, Luiz Felipe Campos

Edição: Isabel Coimbra

Duração: 07:09 minutos

Narrativas Dançantes nas Calçadas Portuguesas na Cidade do Rio de Janeiro Rota 5: Praça Tiradentes

A quinta rota, aconteceu na Praça Tiradentes no centro do Rio e Janeiro. A origem da Praça se deu no século XVII, quando houve o desmembramento do Campo de São Domingos. Nessa época, a praça se chamava Rossio Grande, em uma referência ao Largo do Rossio, de Lisboa, em Portugal.

Em pouco tempo, devido à localização, o então Rossio Grande se tornou ponto de encontro dos mais variados tipos de pessoas. Nesse mesmo período, a região passou a ser chamada de Campo dos Ciganos, por haver muitas tendas ciganas por lá.

No ano 1862 foi inaugurada estátua equestre de D. Pedro I, a mando do imperador Pedro II. Embora a estátua na praça seja de D Pedro I o nome da mesma é Tiradentes. O atual nome foi escolhido em 1890, dois anos antes do centenário da morte do inconfidente mineiro. Morte que aconteceu bem próximo à essa Praça, na esquina da Rua Senhor dos Passos com a Avenida Passos.

Ficha Técnica

Concepção e Direção Geral: Isabel Coimbra

Performer e autofilmagem: Isabel Coimbra

Filmagem: Ivy Coimbra, Iasmin Coimbra, Ricardo Gomes e Glaucia Freire

Filmagem com Drone: Diogo Barbosa e Paulo Paiva

Apoio logístico: Sérgio Alves e Eustáquio Diniz

Participação Especial: , Jackson Estevam, Jhonata Tertuliano, Luiz Felipe Campos

Edição: Isabel Coimbra

Duração: 13:26

REGISTROS EDITADOS EM JPG PARA COMPOSIÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE IMAGENS

Laranjeiras 1 – Rota 1

Laranjeiras 2 – Rota 1

Laranjeiras 3 – Rota 1

Laranjeiras 4 – Rota 1

Laranjeiras 5 – Rota 1

Calçadão de Copacabana e Calçadão do Leme (identidade visual da exposição ) – Rota 2

Calçadão Leme 1 (Imagem editada para Exposição na UFRJ) – Rota 2

Calçadão Leme 2 – Rota 2

Calçadão Leme 3 – Rota 2

Calçadão Leme 4 – Rota 2

Calçadão Copacabana (BR Mania) – Rota 2

Cinelândia /Centro do Rio de Janeiro 1 (Imagem editada para Exposição em Portugal) – Rota 3

Cinelândia /Centro do Rio de Janeiro 4 – Rota 3

Candelária 1 (Imagem editada para Exposição na UFRJ) – Rota 4

Candelária 2 – Rota 4

Candelária 3 – Rota 4

Candelária 4 – Rota 4

Candelária 5 – Rota 4

Praça Tiradentes 1 – Rota 5

Praça Tiradentes 2 – Rota 5

Praça Tiradentes 3 – Rota 5

Praça Tiradentes 4- Rota 5